Words in Flames XVI - Notas Soltas :: publicado por GhostRider.

Acordei. Olhei para o portátil que estava mesmo ali ao meu lado, à distância de meros dedos. A primeira coisa que senti vontade de fazer foi ligá-lo e assim manter-me a par das novidades dos últimos dias do mundo do wrestling. Por vezes as pessoas pensam que, por escrevermos nos melhores blogues de wrestling nacionais, somos obrigados a estar sempre em cima do acontecimento; sempre com todas as notícias de última-hora na cabeça. É impossível. Todos nós temos vida social, todos nós saímos à noite, todos nós, por vezes, estamos tão bem com certas coisas que, por uns tempos, esquecemo-nos de outras. A vida é assim.
Entretando, olho para o monitor e vejo-me preparadíssimo para fazer o que chamo de: "actualização da database wrestlomaníaca". Dei logo de caras com um rumor/notícia/whatever que no fundo me veio provar que, agora mais que nunca, a WWE está muito parecida com a gerência do Benfica de há uns anos atrás. Um jogador lesionava-se, esperava-se grande tempo de paragem, e de repente... puff, está de volta. Pois bem, parece que desta vez não é Nuno Gomes nem Petit, mas sim um autêntico armário de 132Kg e cerca de 1.98m de altura que, só por acaso, é dada como uma das caras da bela WWE Familiar. (WWE Kids está overrated.)
O problema que encontrei aqui foi mesmo o "WWE-habitué" que a tal notícia me transmitiu. Não será cedo para um sujeito com uma lesão daquelas voltar já no Survivor Series, apenas 5 meses depois de um bícep rasgado (para não falar das normais "pequenas lesões" que todos acabam por acumular) ?
Este tem sido um dos maiores erros da companhia de Vince McMahon. Para quê arriscar? Para quê preparar um regresso tão prematuro, mesmo existindo a probabilidade do sujeito em questão não regressar completamente recuperado?
Podem estar neste momento a tentar comparar este caso com o caso do Cena. Não, não é o mesmo. De um lado temos um autêntico guarda-fatos que, ao que parece, passa o tempo a lamentar-se; e do outro temos um sujeito que, odiando-o ou amando-o, representa majestosamente o esforço e o amor à camisola. Logo, não tentem comparar a água com o red bull; até porque enquanto um tem aditivos e efeitos deveras estranhos, o outro é claríssimo e, vá, "sem espinhas". (Será que alguém percebeu?)
Volto ao índice desse meu grande companheiro - leia-se NWO - e salto algumas notícias que nem sequer me provocam comichão na barriga. Alto! Que é isto? Sem dúvida que não esperava deparar-me com aquele título que, enquanto lia, perfurou o meu olhar que nem vodka preta em pleno S.João.
Há coisas que pensamos que são inquebráveis. Acordos políticos, contratos milionários de futebolistas, o facto da água ser azul,... tudo parece tão inquebrável, tão intocável. Alguém se lembra dos tempos de infância, quando acreditávamos em Son Gokus, Wolverines, Spidermans, etc.? Era mesmo assim. Acreditávamos sempre que nada poderia acontecer aos nossos heróis e ídolos. Nesse caso, sim, nada de mal acontecia com essas personagens; mas, a vida real, é bem mais dura. Sublinhando mais uma vez, foi em choque que, ao ler a notícia, fui obrigado a acreditar que um dos grandes heróis do wrestling actualmente, tal como Aquiles, atrás de tanta grandiosidade, acabou por ser tramado por um simples tendão no mais ínfimo ponto da morfologia do corpo humano. É triste e, muito sinceramente, é caso para pensarmos se poderemos alguma vez voltar a ter o mesmo Adam Copeland em ringue. Uma lesão nesse ingrato Tendão de Aquiles não se resume apenas a muito tempo de ausência seguido de um regresso catita. Antes fosse...
Voltando um pouco ao caso do Batista, esta lesão de Edge pede cautela máxima, ou seja, o tempo devido de ausência. Qual é o lado péssimo no meio disto tudo? Pesquisem variados casos de problemas com o tendão de aquiles - Google it -; logo a seguir, tentem analisar as probabilidades de recuperação completa... mínimas, não são?
Por muito que sejam bons os médicos, por muito que o lesionado apresente força de vontade de recuperar, por muito que até seja um gajo religioso e acredite que tudo ficará muito bem... acho difícil. Não, não estou a agoirar. Simplesmente temos que estar preparados para o lado mau das coisas. O meu lado religioso espera que Adam Copeland tenha toda a sorte do seu lado e, com todo o tempo do mundo, recupere com pelo menos 1/4 do empenho que nos mostra em ringue. Se assim for, será certamente o suficiente para voltar no seu melhor e fazer com que aquele calcanhar nunca mais se meta no seu caminho para a grandiosidade, por muito que já a tenha atingido.
Fecho a janela do firefox e imediatamente recorro à minha pasta de 20GB do mais variado que a música nos tem p'ra dar para, sem hesitar, por-me a ouvir Alter Bridge, exigindo o máximo das colunas Logitech e desejando as melhoras a esse senhor do ringue - Edge.
O que foi isto? Mais um relato de um simples cronista que, mesmo contra as dificuldades da vida, faz sempre questão de escrever semanalmente para todos vocês. Bem ou mal, mais ausente ou mais presente, o Words in Flames continuará a estar por aqui todas as quartas-feiras, e eu - GhostRider - continuarei a seguir o que hoje em dia torna a passar de moda a tabu. Sim, porque é muito bonito gostarmos das coisas enquanto estão na moda, mas, mais bonito ainda, é sobreviver ao esquecimento dessas coisas e continuarmos de pé, firmes e hirtos, escrevendo nos melhores blogues nacionais da modalidade que tanto amamos, o nosso wrestling.
Entretando, olho para o monitor e vejo-me preparadíssimo para fazer o que chamo de: "actualização da database wrestlomaníaca". Dei logo de caras com um rumor/notícia/whatever que no fundo me veio provar que, agora mais que nunca, a WWE está muito parecida com a gerência do Benfica de há uns anos atrás. Um jogador lesionava-se, esperava-se grande tempo de paragem, e de repente... puff, está de volta. Pois bem, parece que desta vez não é Nuno Gomes nem Petit, mas sim um autêntico armário de 132Kg e cerca de 1.98m de altura que, só por acaso, é dada como uma das caras da bela WWE Familiar. (WWE Kids está overrated.)
O problema que encontrei aqui foi mesmo o "WWE-habitué" que a tal notícia me transmitiu. Não será cedo para um sujeito com uma lesão daquelas voltar já no Survivor Series, apenas 5 meses depois de um bícep rasgado (para não falar das normais "pequenas lesões" que todos acabam por acumular) ?
Este tem sido um dos maiores erros da companhia de Vince McMahon. Para quê arriscar? Para quê preparar um regresso tão prematuro, mesmo existindo a probabilidade do sujeito em questão não regressar completamente recuperado?
Podem estar neste momento a tentar comparar este caso com o caso do Cena. Não, não é o mesmo. De um lado temos um autêntico guarda-fatos que, ao que parece, passa o tempo a lamentar-se; e do outro temos um sujeito que, odiando-o ou amando-o, representa majestosamente o esforço e o amor à camisola. Logo, não tentem comparar a água com o red bull; até porque enquanto um tem aditivos e efeitos deveras estranhos, o outro é claríssimo e, vá, "sem espinhas". (Será que alguém percebeu?)
Volto ao índice desse meu grande companheiro - leia-se NWO - e salto algumas notícias que nem sequer me provocam comichão na barriga. Alto! Que é isto? Sem dúvida que não esperava deparar-me com aquele título que, enquanto lia, perfurou o meu olhar que nem vodka preta em pleno S.João.
Há coisas que pensamos que são inquebráveis. Acordos políticos, contratos milionários de futebolistas, o facto da água ser azul,... tudo parece tão inquebrável, tão intocável. Alguém se lembra dos tempos de infância, quando acreditávamos em Son Gokus, Wolverines, Spidermans, etc.? Era mesmo assim. Acreditávamos sempre que nada poderia acontecer aos nossos heróis e ídolos. Nesse caso, sim, nada de mal acontecia com essas personagens; mas, a vida real, é bem mais dura. Sublinhando mais uma vez, foi em choque que, ao ler a notícia, fui obrigado a acreditar que um dos grandes heróis do wrestling actualmente, tal como Aquiles, atrás de tanta grandiosidade, acabou por ser tramado por um simples tendão no mais ínfimo ponto da morfologia do corpo humano. É triste e, muito sinceramente, é caso para pensarmos se poderemos alguma vez voltar a ter o mesmo Adam Copeland em ringue. Uma lesão nesse ingrato Tendão de Aquiles não se resume apenas a muito tempo de ausência seguido de um regresso catita. Antes fosse...
Voltando um pouco ao caso do Batista, esta lesão de Edge pede cautela máxima, ou seja, o tempo devido de ausência. Qual é o lado péssimo no meio disto tudo? Pesquisem variados casos de problemas com o tendão de aquiles - Google it -; logo a seguir, tentem analisar as probabilidades de recuperação completa... mínimas, não são?
Por muito que sejam bons os médicos, por muito que o lesionado apresente força de vontade de recuperar, por muito que até seja um gajo religioso e acredite que tudo ficará muito bem... acho difícil. Não, não estou a agoirar. Simplesmente temos que estar preparados para o lado mau das coisas. O meu lado religioso espera que Adam Copeland tenha toda a sorte do seu lado e, com todo o tempo do mundo, recupere com pelo menos 1/4 do empenho que nos mostra em ringue. Se assim for, será certamente o suficiente para voltar no seu melhor e fazer com que aquele calcanhar nunca mais se meta no seu caminho para a grandiosidade, por muito que já a tenha atingido.
Fecho a janela do firefox e imediatamente recorro à minha pasta de 20GB do mais variado que a música nos tem p'ra dar para, sem hesitar, por-me a ouvir Alter Bridge, exigindo o máximo das colunas Logitech e desejando as melhoras a esse senhor do ringue - Edge.
O que foi isto? Mais um relato de um simples cronista que, mesmo contra as dificuldades da vida, faz sempre questão de escrever semanalmente para todos vocês. Bem ou mal, mais ausente ou mais presente, o Words in Flames continuará a estar por aqui todas as quartas-feiras, e eu - GhostRider - continuarei a seguir o que hoje em dia torna a passar de moda a tabu. Sim, porque é muito bonito gostarmos das coisas enquanto estão na moda, mas, mais bonito ainda, é sobreviver ao esquecimento dessas coisas e continuarmos de pé, firmes e hirtos, escrevendo nos melhores blogues nacionais da modalidade que tanto amamos, o nosso wrestling.
Até para a semana, com certeza.
- GhostRider
Etiquetas: GhostRider, Words in Flames
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